sábado, 30 de maio de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
Debate sobre aulas virtuais: Estudantes X Metodista
Mesmo com os bloqueios da universidade, o debate ‘Aulas Virtuais’ aconteceu no último dia 21. Cerca de 70 alunos participaram, além de professores e representantes da instituição. Um dos motivos para a realização do evento foi a mudança ocorrida neste ano em relação ao ensino a distância no curso de Jornalismo: as aulas que eram semi-presenciais passaram a ser totalmente virtuais.
A Pró-Reitora de Graduação justificou a implementação dessas aulas com a já conhecida desculpa da “tendência mundial”. Os outros representantes da Metodista – coordenador do curso de Jornalismo e representante da Pró-Reitoria de EAD – discursaram também em prol da substituição das salas de aula pelo computador, defendendo o ensino à distância como um avanço na educação.
Mas os alunos - os que ‘consomem’ essa modalidade de ensino e, por isso, podem avaliar a sua qualidade – se posicionaram contra. Nenhuma declaração sequer de um aluno foi dada em defesa do EAD.
- “Falta a presença do professor, que muitas vezes não dá a atenção necessária para as nossas dúvidas. Quem disser que o aprendizado do EAD é o mesmo está mentindo.” (Gustavo – 1° semestre de Jornalismo noturno)
- “Na procura por um emprego, quem é contratado: alguém com o diploma de um curso presencial ou de um curso a distância? Queremos o fim das aulas virtuais na Metodista e mais espaços de discussão como esse para que o estudante também participe da construção da universidade.” (Murillo, um dos diretores do CAJOR)
- “Estamos aqui reivindicando para que essas aulas sejam retiradas do nosso curso. A tentativa do EAD é feita de forma apelativa, pois não está previsto no nosso contrato. A internet que falha, um programa que não funciona, dúvidas sem o retorno do professor, falta de tempo. Tudo isso não tem funcionado e nada ainda é melhor do que um professor diante de nós.” (Larissa, 6° semestre de Direito)
A Pró-Reitora de Graduação justificou a implementação dessas aulas com a já conhecida desculpa da “tendência mundial”. Os outros representantes da Metodista – coordenador do curso de Jornalismo e representante da Pró-Reitoria de EAD – discursaram também em prol da substituição das salas de aula pelo computador, defendendo o ensino à distância como um avanço na educação.
Mas os alunos - os que ‘consomem’ essa modalidade de ensino e, por isso, podem avaliar a sua qualidade – se posicionaram contra. Nenhuma declaração sequer de um aluno foi dada em defesa do EAD.
- “Falta a presença do professor, que muitas vezes não dá a atenção necessária para as nossas dúvidas. Quem disser que o aprendizado do EAD é o mesmo está mentindo.” (Gustavo – 1° semestre de Jornalismo noturno)
- “Na procura por um emprego, quem é contratado: alguém com o diploma de um curso presencial ou de um curso a distância? Queremos o fim das aulas virtuais na Metodista e mais espaços de discussão como esse para que o estudante também participe da construção da universidade.” (Murillo, um dos diretores do CAJOR)
- “Estamos aqui reivindicando para que essas aulas sejam retiradas do nosso curso. A tentativa do EAD é feita de forma apelativa, pois não está previsto no nosso contrato. A internet que falha, um programa que não funciona, dúvidas sem o retorno do professor, falta de tempo. Tudo isso não tem funcionado e nada ainda é melhor do que um professor diante de nós.” (Larissa, 6° semestre de Direito)
Metodista dificulta realização de debate
Nas duas últimas semanas, enquanto espalhávamos cartazes por todo o campus, os funcionários da faculdade recebiam ordem para retirá-los – até mesmo os que estavam colados na porta do próprio C.A. foram arrancados.
Além disso, tínhamos pedido a divulgação para a universidade, que apenas nos solicitou uma autorização de alguém da FACOM. Conseguimos a assinatura do coordenador do curso, mas mesmo assim a DICOM (setor de divulgação) não divulgou aos alunos.
Como se não bastasse, soubemos por meio de uma aluna do 1° semestre da noite que sua professora responsável pela aula de quinta-feira (dia do debate) recebeu um comunicado da Reitoria (ou Pró-Reitoria – ela não soube dizer com certeza) informando que ela deveria dar a aula e que não poderia ir ao debate, como havia planejado. Dessa forma, a maioria da sala também deixou de ir, provavelmente por receio de perder aula.
Além disso, tínhamos pedido a divulgação para a universidade, que apenas nos solicitou uma autorização de alguém da FACOM. Conseguimos a assinatura do coordenador do curso, mas mesmo assim a DICOM (setor de divulgação) não divulgou aos alunos.
Como se não bastasse, soubemos por meio de uma aluna do 1° semestre da noite que sua professora responsável pela aula de quinta-feira (dia do debate) recebeu um comunicado da Reitoria (ou Pró-Reitoria – ela não soube dizer com certeza) informando que ela deveria dar a aula e que não poderia ir ao debate, como havia planejado. Dessa forma, a maioria da sala também deixou de ir, provavelmente por receio de perder aula.
domingo, 17 de maio de 2009
CONSTRUA, DIVULGUE E PARTICIPE!
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